Buscador de artigos científicos

Pesquise registros catalogados.

Busca avançada

Adicione até cinco termos e defina se os resultados devem conter todos eles ou pelo menos um.

A busca usa o termo exato informado para localizar conteúdos relacionados.

Exportar resultados em CSV Exportar toda a base em CSV

Clareza acerca do objetivo de uma organização (a universidade, por exemplo) constitui condição facilitadora para seus integrantes apresentarem os comportamentos que produzirão os resultados expressos nessa função. Parece necessário, nesse sentido, avaliar a coerência entre a função ou objetivos da universidade e o que consta como função dessa organização em depoimentos de gestores. Para isso, foram entrevistados três chefes de departamento acadêmico e três coordenadores de curso de graduação, que indicaram sua percepção acerca do objetivo da organização universitária. As expressões de "objetivos" da universidade apresentadas pelos gestores foram classificadas nas categorias: "expressões vagas" (44,74%), "atividades da organização" (21,05%), "funções próprias da organização" (21,05%) e "declarações de intenções" (13,16%). Os resultados indicam pouca clareza acerca do objetivo da universidade, confundindo-o com atividades administrativas ou burocráticas, com ausência dos comportamentos configuradores da organização. Funções de organizações com tais características dificultam criar condições para os resultados definidores da organização serem produzidos, uma vez que há pouca visibilidade dos comportamentos constituintes da organização. Por outro lado, tais constatações possibilitam contrastar alguns dos comportamentos que podem delimitar os comportamentos definidores da função da universidade, comportamentos responsáveis pelos resultados de interesse da sociedade com os que comumente são atribuídos a esse tipo de organização social.

The computational model of selection by consequences is an ontogenetic dynamic account of adaptive behavior based on the Darwinian principle of selection by consequences. The model is a virtual organism based on a genetic algorithm, a class of computational algorithms that instantiate the principles of selection, fitness, reproduction and mutation. The computational model has been thoroughly tested in experiments with a variety of single alternative and concurrent schedules. A number of published reports demonstrate that the model generates patterns of behavior that are quantitatively equivalent to the findings from live organisms. The experiments and analyses in this study assess the behavior of the computational model for evidence of preference change phenomena in environments with rapidly changing reinforcement rate ratios. Molar and molecular effects of behavioral adjustment were consistent with those observed in live organisms. The results of this study provide strong evidence supporting the selectionist account of adaptive behavior.

Six pigeons worked on concurrent exponential variable‐interval schedules in which the relative frequency of food deliveries for responding on the two alternatives reversed at a fixed time after each food delivery. Across conditions, the point of food–ratio reversal was varied from 10 s to 30 s, and the overall reinforcer rate was varied from 1.33 to 4 per minute. The effect of rate of food delivery and food–ratio‐reversal time on choice and response rates was small. In all conditions, postfood choice was toward the locally richer key, regardless of the last‐food location. Unlike the local food ratio which changed in a stepwise fashion, local choice changed according to a decelerating monotonic function, becoming substantially less extreme than the local food ratio soon after food delivery. This deviation in choice appeared to result from the birds' inaccurate discrimination of the time of food deliveries; local choice was described well by a model that assumed that log response ratios matched food ratios that were redistributed across surrounding time bins with mean time t and a constant coefficient of variation. We suggest that local choice is controlled by the likely availability of food in time, and that choice matches the discriminated log of the ratio of food rates across time since the last food delivery.

El presente estudio evaluó el efecto de preexposición a contingencias entre estímulos sobre la estructuración de campos suplementarios. En una primera fase dos grupos de ratas fueron expuestos a distintos arreglos de contingencia. Para un grupo, se presentó un sonido que fue seguido consistentemente por una gota de agua (Grupo Ey-Ex), mientras que en el otro grupo el sonido y la gota de agua se presentaron de manera inconsistente (Grupo Ey/Ex). En una segunda fase los sujetos de estos grupos y de un tercero (Grupo control) fueron expuestos a un programa definido temporalmente, en el que el subciclo t D se señaló con un sonido. La ocurrencia de al menos una respuesta durante t D resultó en la entrega de una gota de agua. En todos los sujetos se observó una mayor frecuencia de respuesta durante el subciclo t D que durante el suciclo t Δ . Sin embargo, los sujetos del grupo Ey-Ex presentaron un menor número de respuestas durante el subciclo t Δ en comparación a la del resto de sujetos. Los resultados se discuten atendiendo a los criterios conceptuales y metodológicos que han sido propuestos para la identificación de las funciones psicológicas definidas por Ribes y López (1985). Descriptores: psicología interconductual, función contextual, función suplementaria, programas definidos temporalmente, ratas.

Estudo recente demonstrou que um método automatizado de ensino por sobreposição foi efetivo em ensinar o controle condicional de cores sobre a construção de sentenças (na voz ativa e passiva) para quatro crianças com histórico de fracasso escolar. Entretanto, as crianças não construíram novas sentenças sob controle condicional, quando era exigida a recombinação de palavras das sentenças ensinadas. As crianças construíram corretamente novas sentenças apenas na voz ativa. O objetivo deste estudo foi investigar se a ordem de treino dos dois tipos de sentenças teria efeito sobre a emergência e manutenção de controle condicional sobre repertório de construção de novas sentenças. Quatro participantes foram expostos ao ensino de sentenças na voz ativa, seguido pelo ensino na voz passiva; para outros quatro, a ordem de ensino foi invertida. Corroborando o estudo anterior, todos os participantes aprenderam a construir as sentenças sob controle condicional. Contudo, o treino foi insuficiente para produzir repertório recombinativo de construção de novas sentenças sob controle condicional para todas as crianças. Os participantes construíam corretamente um ou outro tipo de sentença. Estudos posteriores podem envolver primeiramente testes de emergência de novas sentenças de tipos diferentes antes da exposição ao ensino e teste de controle condicional.

A pele desempenha funções biológicas e sociais e, quando afetada por modificações patológicas, pode gerar efeitos também biológicos e sociais na vida de quem possui a doença. O vitiligo é uma dermatose caracterizada pela despigmentação da pele. Atinge de 0,5% a 4% da população em diversos países do mundo, e independe de sexo ou idade para desenvolver-se. Considerado por muitas pessoas como uma alteração unicamente estética, o vitiligo produz as mais diversas consequências psicossociais na vida de quem o possui, modificando o contexto em que estão inseridos seus portadores. O presente estudo tem como objetivo identificar e classificar as variáveis psicossociais e clínicas do contexto em que está inserido o portador de vitiligo, desde a descoberta das manchas até o tratamento, e descrever os tipos de experiências vividas por pessoas que se encontram na condição de portador de vitiligo. Participaram do estudo 63 portadores de vitiligo, com idades entre 20 e 60 anos, homens e mulheres. Os participantes responderam a um questionário online . Os relatos foram analisados com base nos pressupostos da abordagem cognitivo-comportamental. Verificou-se que o contexto em que vivem os portadores de vitiligo (a descoberta, o tratamento e a convivência com a doença) é rico em estimulação aversiva e pobre em reforçadores. Apesar disso, alguns portadores encontram formas de minimizar esses efeitos negativos da doença, promovendo assim condições para uma boa qualidade de vida.

Abstract Results of several studies suggest that delivery of supplemental (social) reinforcement for stereotypy might facilitate its subsequent extinction. We examined this possibility with 9 subjects who engaged in stereotypy by including methodological refinements to ensure that (a) subjects' stereotypy was maintained in the absence of social consequences, (b) supplementary reinforcers were highly preferred and were shown to be reinforcers for some behavior, and (c) subjects were exposed to lengthy reinforcement and extinction conditions. In spite of these modifications, only 4 subjects' stereotypy increased when supplementary reinforcement was delivered contingent on stereotypy, and no subject's stereotypy decreased below initial baseline levels when social reinforcement was subsequently withheld. Decreases in stereotypy occurred with the implementation of noncontingent reinforcement. Thus, delivery of supplementary reinforcers either did not increase stereotypy or did not facilitate extinction of stereotypy maintained by automatic reinforcement. We discuss the practical and conceptual bases of these results with respect to our current understanding of function‐based interventions.

Abstract The present study examined delay discounting of hypothetical monetary rewards over a wide range of amounts (from $20 to $10 million) in order to determine how reward amount affects the parameters of the hyperboloid discounting function and to compare fits of the hyperboloid model with fits of two discounting models used in neuroeconomics: the quasi‐hyperbolic and the double‐exponential. Of the three models assessed, the hyperboloid provided the best fit to the delay discounting data. The present delay discounting results may be compared to those of a previous study on probability discounting (Myerson, Green, & Morris, 2011) that used the same extended range of amounts. The hyperboloid function accurately described both types of discounting, but reward amount had opposite effects on the degree of discounting. Importantly, the amount of delayed reward affected the rate parameter of the hyperboloid discounting function but not its exponent, whereas the opposite was true for the amount of probabilistic reward. The finding that the exponent of the hyperboloid discounting function remains relatively constant across a wide range of delayed amounts provides strong support for a psychophysical scaling interpretation, and stands in stark contrast to the finding that the exponent of the hyperboloid function increases with the amount of probabilistic reward. Taken together, these findings argue that delay and probability discounting involve fundamentally different decision‐making mechanisms.

Abstract Effects of delayed reinforcement on fixed‐ratio (FR) maintained responding of pigeons were investigated. In Experiments 1–3, the delay of reinforcement was increased across successive sessions until pigeons paused for 300 s. Both signaled and unsignaled delays were studied across different conditions. Overall response rates and run rates (timed from the first to last response of a ratio) decreased and postreinforcement pauses increased as delays increased in each experiment. As delays increased, the likelihood of pausing during a ratio run also increased. When these measures were plotted as a function of obtained delays, signaled delays had less of an effect on the above measures than did unsignaled ones. In Experiment 2, delays had a greater effect on the above measures than did a control condition arranging equivalent interreinforcer intervals to those accompanying the delays. Experiments 3 and 4 examined the generality of the effects obtained in the first two experiments. In Experiment 3, delays imposed on FR or yoked‐interval schedules had similar behavioral effects. In Experiment 4, effects similar to those found in Experiments 1–3 for 1, 10, and 20‐s delays imposed on FR 50 schedules were found when the FR requirement increased across sessions. Despite the different contingencies relating response rate and reinforcement rates on interval and ratio schedules, delays of reinforcement generally affect performance on these schedules similarly.

No contexto da Análise Comportamental da Cultura, permeando os conflitos ético-teóricos e as dificuldades tecnológicas que se antepõem aos delineamentos culturais, observa-se a carência de um trabalho de sistematização das opções disponíveis para a conversão de planejamentos culturais em intervenções concretas. Nesse contexto de investigação inserem-se os interesses desta pesquisa, pautados pelo objetivo do desenvolvimento de um "guia orientador" e de um "fluxograma para delineamentos culturais", instrumentos concebidos como facilitadores e preliminares à consecução de intervenções planejadas em práticas culturais interpretadas sob a ótica da Análise do Comportamento. O plano de trabalho fundamentou-se no propósito de elaborar instrumentos capazes de auxiliar pesquisadores na tarefa preliminar de responder às principais indagações, de variada dimensão e natureza, que permeiam a atuação do analista comportamental da cultura. Os autores encarecem aos leitores e eventuais usuários contra qualquer possibilidade de que os instrumentos sejam tomados como receitas prontas para elaboração de delineamentos culturais. Na direção contrária, entendem que referidos instrumentos são contextualizados teórica e eticamente e sugere-se que testá-los, criticá-los e, por certo, reformulá-los e aperfeiçoá-los pode constituir atividade bem-vinda de parte da comunidade científica da área.